Anadenanthera colubrina (Vell.) Brenan
Também conhecida como angico-cambuí, angico-brabo, angico-amarelo, Cambuí-angico, Angico-vermelho, Angico-bravo, Angico-branco-liso, Angico-branco, Angico Rajado, Angico Preto, Angico Do Campo, branco.
✓ Dados de taxonomia e ocorrência verificados em outubro de 2026
Angico-branco, ou também angico, ou, no caso de Anadenanthera colubrina var. cebil, de cebil. Assim como A. peregrina, é, com certa freqüência, chamada de paricá, nome mais apropriado a uma espécie muito diferente de ambas, Schizolobium amazonicum.
Trecho adaptado do artigo "Anadenanthera colubrina" da Wikipédia em português, disponível sob CC BY-SA 4.0. Ler o artigo completo ↗
Angico pertence à família Fabaceae, gênero Anadenanthera — a classificação científica da espécie, o dado mais objetivo desta ficha: vem direto de uma fonte pública, sem interpretação nossa no meio.
Segundo o GBIF / Flora e Funga do Brasil (CC BY 4.0). Ver ficha completa no GBIF ↗
Espécies nativas do Brasil já estão adaptadas ao clima e à fauna local — costumam ser boas escolhas pra quem quer um jardim mais resistente, mas normalmente exigem espaço amplo pra se desenvolver.
Precisa de bastante luz, idealmente com algumas horas de sol direto — ambientes muito sombreados prejudicam o desenvolvimento. Regue quando os primeiros centímetros do substrato estiverem secos ao toque, mantendo uma umidade moderada e constante. É uma escolha de baixa manutenção: dispensa poda ou adubação frequente. Cresce bastante — vale planejar um espaço amplo desde o início. Não costuma se adaptar bem a vasos — pede plantio direto no solo, com espaço pras raízes se desenvolverem.
Resumo rápido — classificação da nossa metodologia (curadoria por grupo de uso, não uma medição de laboratório):
Bastante luz, idealmente com algumas horas de sol direto por dia.
Regue quando os primeiros centímetros do substrato estiverem secos ao toque.
Não é recomendado — Angico costuma pedir plantio direto no solo, com espaço pras raízes se desenvolverem.
Não consta como tóxica pra cães e gatos nas fontes que consultamos.
Não é uma espécie valorizada pela flor — o interesse de cultivo de Angico está em outros aspectos (folhagem, porte, etc.).
Isto não é um guia de onde plantar. É um retrato de onde já existe registro público e verificável desta espécie — coletas de herbário, observações científicas e de cidadania científica catalogadas pelo GBIF. Um estado sem registro aqui pode simplesmente não ter sido bem documentado ainda; e um estado com registro não significa que a espécie é nativa dali, nem que o clima local é adequado pra ela.
Há 7.938 registros públicos desta espécie no Brasil, em 21 estado(s):
Fonte: GBIF (dados de ocorrência têm licença variável por registro — GBIF declara que não garante a exatidão dos dados de biodiversidade disponibilizados). Pra saber se essa espécie combina com o seu ambiente específico, use o recomendador — ocorrência e compatibilidade de cultivo são perguntas diferentes.
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