Anadenanthera colubrina (Vell.) Brenan
Também conhecida como angico-cambuí, angico-brabo, angico-amarelo, Cambuí-angico, Angico-vermelho, Angico-bravo, Angico-branco-liso, Angico-branco, Angico Rajado, Angico Preto, Angico Do Campo, branco.
✓ Dados de taxonomia e ocorrência verificados em novembro de 2026
Angico-branco, ou também angico, ou, no caso de Anadenanthera colubrina var. cebil, de cebil. Assim como A. peregrina, é, com certa freqüência, chamada de paricá, nome mais apropriado a uma espécie muito diferente de ambas, Schizolobium amazonicum.
Trecho adaptado do artigo "Anadenanthera colubrina" da Wikipédia em português, disponível sob CC BY-SA 4.0. Ler o artigo completo ↗
Angico pertence à família Fabaceae, gênero Anadenanthera — a classificação científica da espécie, o dado mais objetivo desta ficha: vem direto de uma fonte pública, sem interpretação nossa no meio.
Segundo o GBIF / Flora e Funga do Brasil (CC BY 4.0). Ver ficha completa no GBIF ↗
Espécies nativas do Brasil já estão adaptadas ao clima e à fauna local — costumam ser boas escolhas pra quem quer um jardim mais resistente, mas normalmente exigem espaço amplo pra se desenvolver.
Precisa de bastante luz, idealmente com algumas horas de sol direto — ambientes muito sombreados prejudicam o desenvolvimento. Regue quando os primeiros centímetros do substrato estiverem secos ao toque, mantendo uma umidade moderada e constante. É uma escolha de baixa manutenção: dispensa poda ou adubação frequente. Cresce bastante — vale planejar um espaço amplo desde o início. Não costuma se adaptar bem a vasos — pede plantio direto no solo, com espaço pras raízes se desenvolverem.
Resumo rápido — classificação da nossa metodologia (curadoria por grupo de uso, não uma medição de laboratório):
Bastante luz, idealmente com algumas horas de sol direto por dia.
Regue quando os primeiros centímetros do substrato estiverem secos ao toque.
Não é recomendado — Angico costuma pedir plantio direto no solo, com espaço pras raízes se desenvolverem.
Não consta como tóxica pra cães e gatos nas fontes que consultamos.
Não é uma espécie valorizada pela flor — o interesse de cultivo de Angico está em outros aspectos (folhagem, porte, etc.).
Isto não é um guia de onde plantar. É um retrato de onde já existe registro público e verificável desta espécie — coletas de herbário, observações científicas e de cidadania científica catalogadas pelo GBIF. Um estado sem registro aqui pode simplesmente não ter sido bem documentado ainda; e um estado com registro não significa que a espécie é nativa dali, nem que o clima local é adequado pra ela.
Há 7.954 registros públicos desta espécie no Brasil, em 21 estados:
Fonte: GBIF (dados de ocorrência têm licença variável por registro — GBIF declara que não garante a exatidão dos dados de biodiversidade disponibilizados). Pra saber se essa espécie combina com o seu ambiente específico, use o recomendador — ocorrência e compatibilidade de cultivo são perguntas diferentes.
Seleções em que esta espécie entra pelos critérios de cultivo que curamos — cada uma compara as espécies lado a lado.
Por necessidade:
Por ambiente:
Ambiente + necessidade:
Escolhidas pelos dados do nosso banco: mesma família botânica, mesmos ambientes e cuidados de cultivo parecidos.
Cenostigma pluviosum
Mesma família (Fabaceae), também para jardim, mesma luz
Libidibia ferrea
Mesma família (Fabaceae), também para jardim, mesma luz
Hymenaea courbaril
Mesma família (Fabaceae), também para jardim, mesma luz
Paubrasilia echinata
Mesma família (Fabaceae), também para jardim, mesma luz
Delonix regia
Mesma família (Fabaceae), também para jardim, mesma luz
Cariniana legalis
Também para jardim, mesma luz, mesma rega