🏠 Planta de Interior

Orelha-de-elefante

Alocasia macrorrhiza (L.) Schott

✓ Dados de taxonomia e ocorrência verificados em novembro de 2026

Sobre esta espécie

Araceae é uma família monofilética de plantas com flor, monocotiledóneas, da ordem Alismatales, que agrupa de 115 a 129 géneros, com entre 3270, 3305 e 4025 espécies. O grupo apresenta uma grande diversidade morfológica que vai das plantas arbustivas às lianas, incluindo plantas aquáticas flutuantes e plantas epífitas, mas tem como características comuns a produção de uma inflorescência do tipo espádice, mesmo que muito modificada, e a presença de ráfides de oxalato de cálcio em células especializadas e compostos químicos associados que causam irritação se ingeridos. A família tem distribuição alargada, com alguns grupos tendencialmente cosmopolitas, mas com predominância para as zonas tropicais, em especial da região neotropical. O registo fóssil do grupo é conhecido desde o Maastrichtiano. A família inclui múltiplas espécies de interesse económico para a produção alimentar, ou como plantas ornamentais e plantas medicinais.

Trecho adaptado do artigo "Aráceas" da Wikipédia em português, disponível sob CC BY-SA 4.0. Ler o artigo completo ↗

Taxonomia

Orelha-de-elefante pertence à família Araceae, gênero Alocasia — a classificação científica da espécie, o dado mais objetivo desta ficha: vem direto de uma fonte pública, sem interpretação nossa no meio.

🏷️ Família: Araceae 🌿 Gênero: Alocasia 📊 Nível: Species

Segundo o GBIF / Flora e Funga do Brasil (CC BY 4.0). Ver ficha completa no GBIF ↗

Cultivo — como cuidar

Plantas de interior como esta são valorizadas por se adaptarem a ambientes com luz artificial ou indireta e umidade mais controlada — companhia comum em apartamentos, escritórios e cômodos com pouca janela.

Se dá melhor perto de uma janela, com luz indireta boa parte do dia — evite sol direto forte por muitas horas seguidas. Regue quando os primeiros centímetros do substrato estiverem secos ao toque, mantendo uma umidade moderada e constante. Pede alguns cuidados regulares, como adubação ocasional e limpeza das folhas. Alcança um porte médio, precisando de um pouco mais de espaço conforme cresce. Atenção se tiver cães ou gatos em casa: essa espécie consta como tóxica pra eles nas fontes que consultamos.

Resumo rápido — classificação da nossa metodologia (curadoria específica desta espécie, não uma medição de laboratório):

☀️ Luz: Média 💧 Água: Média 🧰 Manutenção: Média 📏 Porte: Média 🪴 Vaso: Sim 🌸 Flores: Não ⚠️ Tóxica para pets

Perguntas frequentes

Quanta luz Orelha-de-elefante precisa?

Luz indireta boa parte do dia, perto de uma janela — evite sol direto forte por muitas horas.

Com que frequência regar Orelha-de-elefante?

Regue quando os primeiros centímetros do substrato estiverem secos ao toque.

Dá pra cultivar Orelha-de-elefante em vaso?

Sim, Orelha-de-elefante se adapta bem a vasos.

Orelha-de-elefante é tóxica pra cães e gatos?

Sim, Orelha-de-elefante consta como tóxica pra cães e gatos nas fontes que consultamos — atenção se tiver pets em casa.

Orelha-de-elefante dá flor?

Não é uma espécie valorizada pela flor — o interesse de cultivo de Orelha-de-elefante está em outros aspectos (folhagem, porte, etc.).

Ocorrência no Brasil

Isto não é um guia de onde plantar. É um retrato de onde já existe registro público e verificável desta espécie — coletas de herbário, observações científicas e de cidadania científica catalogadas pelo GBIF. Um estado sem registro aqui pode simplesmente não ter sido bem documentado ainda; e um estado com registro não significa que a espécie é nativa dali, nem que o clima local é adequado pra ela.

Há 9 registros públicos desta espécie no Brasil, em 6 estado(s):

📍 BA — 3, até 2009 📍 RJ — 2, até 2009 📍 MT — 1, até 2009 📍 PE — 1, até 2009 📍 RS — 1, até 2009 📍 SP — 1, até 2009

Fonte: GBIF (dados de ocorrência têm licença variável por registro — GBIF declara que não garante a exatidão dos dados de biodiversidade disponibilizados). Pra saber se essa espécie combina com o seu ambiente específico, use o recomendador — ocorrência e compatibilidade de cultivo são perguntas diferentes.

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